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Cabelos brancos.


 
Existe relação entre o estresse e o aparecimento de fios brancos?

O processo de branqueamento é uma condição natural do envelhecimento e se deve principalmente a uma diminuição na quantidade de pigmento presente nos cabelos e pêlos. A idade de aparecimento dos primeiros cabelos brancos está definida geneticamente e se inicia em diferentes momentos, de acordo com o lugar do corpo. Em geral, nos indivíduos brancos, a perda de pigmento se inicia entre a terceira e a quinta década de vida.

Ao redor da sexta década cerca de 50% dos cabelos do couro cabeludo serão brancos em 50% da população. Nos negros, o início do branqueamento se dá cerca de uma década mais tarde.

O aparecimento de cabelos brancos de forma precoce em indivíduos jovens, e até mesmo em crianças, pode ocorrer por predisposição genética isolada ou estar associado a determinadas doenças como tiroidite e anemia perniciosa. Por razões desconhecidas, os pêlos da barba são os primeiros a ficarem brancos. No couro cabeludo, os primeiros cabelos brancos surgem nas regiões temporais e no vértice (coroa).

Não se pode afirmar que o estresse seja causador de branqueamento dos cabelos, no entanto, há relatos bem documentados do aparecimento súbito, de forma extremamente rápida, de cabelos brancos em indivíduos sob estresse importante.

Este fenômeno, chamado de branqueamento "da noite para o dia" pode ser explicado pela perda seletiva de cabelos pigmentados quando a pessoa apresenta um quadro de alopecia areata difusa. A alopecia areata é a queda de cabelos que ocorre de forma rápida, geralmente relacionada a períodos de estresse. Nestes casos, sanado o problema, os cabelos voltarão a nascer com a coloração que possuíam anteriormente.

Airton dos Santos Gon, dermatologista

Fonte: FOLHA DE LONDRINA – PR



 

Câncer de Próstata


O Instituto Nacional de Câncer (Inca) voltou atrás na decisão de desaconselhar exames de toque retal e de dosagem de PSA como rotina para diagnóstico precoce de câncer de próstata.

Segundo o diretor-geral da instituição, Luiz Antônio Santini, a nota divulgada no dia 14 de novembro desaconselhando os dois exames como rotina e os recomendando apenas para quem já apresenta sintomas da doença ou tem histórico familiar estava errada.

A orientação foi criticada por urologistas e pela Sociedade Brasileira de Urologia, que disse que "esperar a ocorrência de sintomas para procurar cuidados médicos pode fazer com que o câncer de próstata esteja em estágio avançado, com impossibilidade de cura".

Santini disse que o Inca não é contrário aos exames rotineiros. "A nota foi um erro. Tenho absoluta consciência do estrago que aquela afirmação causou à população em geral. Aquele não é o pensamento do Inca."

De acordo com Santini, a nota surgiu de uma "má interpretação" de uma discussão técnica e científica a respeito da importância do rastreamento populacional para detecção precoce do câncer de próstata e a redução da mortalidade.

"Uma coisa é você dizer que, como política de saúde pública, o rastreamento não se aplica porque não está comprovada a redução da mortalidade. Outra coisa é tirar uma conclusão precipitada e afirmar que, por causa disso, os exames não são mais indicados", afirmou.

Santini acrescentou também que nunca foi política do Inca desaconselhar nenhum tipo de exame preventivo. "É evidente que desaconselhar os homens a fazer o exame preventivo vai desestimulá-los a procurar o médico espontaneamente. Os homens devem continuar fazendo o exame de rotina periodicamente. Essa é a recomendação médica atual", disse.

Rastreamento - Santini reafirma, no entanto, que o Inca não recomenda o rastreamento dos pacientes, como forma de política de saúde pública. "O rastreamento acontece quando você convoca todos os homens a comparecer ao posto de saúde para fazer o exame. É como um mutirão. Isso não vamos fazer."

O diretor-geral disse ainda que a obrigação do Inca é garantir o acesso de todos os pacientes ao médico, aos exames e ao tratamento, independentemente do diagnóstico da doença.

"A partir do diagnóstico, a decisão de fazer ou não o tratamento deve ser tomada entre médico e paciente. Não cabe ao Inca proibir isso", declarou.

Diagnóstico precoce - Dados de 2000 a 2006 do Hospital A.C. Camargo mostram que a detecção dos casos de câncer de próstata tem ocorrido de forma cada vez mais precoce e que o número de mortes causadas pela doença tem caído. O levantamento foi feito a pedido da Folha.

O oncologista Gustavo Cardoso Guimarães, especialista em câncer urológico no hospital, ressalta que os dados não podem ser extrapolados para a população geral, mas condizem com o que os profissionais observam na prática. "Estamos operando mais homens na faixa dos 50 a 60 anos e diminuindo a mortalidade", afirma. "Há claramente uma vantagem no diagnóstico precoce."

Em 2000, foram registrados no hospital 157 novos casos, dos quais quase um terço (50) já estava num estágio avançado da doença. Em 2006, dos 256 casos, um quinto (53) estava numa fase avançada. A mortalidade passou de 16 casos, em 2000, para dois, em 2006.

Guimarães pondera que dados que relacionem o rastreamento populacional a uma queda na mortalidade por câncer de próstata são realmente inconclusivos. Ele cita um estudo divulgado em agosto no "Annals of Internal Medicine" --os pesquisadores identificaram 390 artigos potencialmente relevantes na área, mas constataram que apenas três atendiam aos critérios necessários. Com base nisso, concluíram que não há dados suficientes nem a favor nem contra o rastreamento.

Entretanto, diz Guimarães, já foi constatado que a mortalidade decorrente da doença tem caído nos EUA desde a metade dos anos 1990 --a dosagem de PSA começou a ser feita no meio da década de 80. "Não podemos dizer que isso é fruto só do diagnóstico precoce, já que, nesse período, também houve uma melhora dos métodos terapêuticos", diz.

Matéria publicada no dia 25/11/08 no jornal Folha D.São Paulo.
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